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São
Bernardo do Campo, |
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FAQ DA TUBEAMPS
Este FAQ foi
compilado em 3 de
Março de 2001.
Este FAQ foi atualizado em 31 de Agosto de 2009.
Olá!
Se você está lendo este FAQ é porque realmente gosta de ir a fundo no que procura, neste caso, amplificadores valvulados. Como responder a todos os E-Mails individualmente é uma tarefa extremamente difícil, vamos expor aqui as respostas às dúvidas mais comuns que nos são apresentadas. (nosso pequeno FAQ)
Preços,
como saber?
Se
você está interessado em adquirir um Tubeamps ou ainda simplesmente tem curiosidade
sobre os preços praticados, a forma mais rápida de obtê-los é clicando aqui,
onde dispomos de todos os modelos e suas respectivas versões com preços e formas
de pagamento.
E os modelos MesaBoogie?
Serão fabricados?
Os
modelos MesaBoogie são famosos pelos timbres extremamentes distorcidos e pela
extrema versatilidade que apresentam, graças a complexos sistemas internos de
chaveamento que permitem que um único canal apresentem duas ou mais sonoridades
distintas. Aplicando-se o conceito a dois ou três canais, o leque de opções
sonoras aumenta drasticamente. Evidentemente não é nada prático utilizar todos
esses chaveamentos para um mesmo canal numa apresentação ao vivo, portanto o
mais comum é o amplificador ser pré-ajustado num único modo para cada um dos
canais e a partir disso o guitarrista ter os canais já pré-ajustados à sua disposição.
De qualquer forma, o problema com os circuitos que atendem a esse tipo de
quesito é que são complexos e demandam a utilização de placas de circuito impresso
em todo o pré-amplificador. Isso faz com que um amplificador desse tipo acabe
custando muito caro quando se exige uma robustez capaz de suportar os trancos
e solavancos decorrentes de transportes para apresentações ao vivo, como é o
caso dos MesaBoogie.
É exatamente por isso que os amplificadores mais
símples, em PTP costumam suportar bem melhor esses "traumas".
Pensando
nisso e na "diferenciada" condição econômica do guitarrista amador
de um país como o Brasil, a Tubeamps resolveu ir contra sua tradição de se concentrar
em timbres absolutamente vintages e lançar a terceira versão do Asset DC com
o canal overdrive baseado no MesaBoogie Dual (canal red modern). Evidentemente
o sistema de montagem é feito de forma a atender aos quesitos de resistência
mecânica. Confira esse sistema Tubeamps de montagem clicando aqui
.
Desta forma, essa versão do Asset fica com um clean ao melhor estilo Fat
Fender e um overdrive capaz de bases e solos das mais pesadas que existem, tudo
isso com reverb de molas.
Equipamentos sob medida - customizados.
Existem
vários níveis de customização. A Tubeamps não mais aceita encomendas de projetos
novos de amplificadores de dois ou mais canais por entender que não são de aceitação
universal e normalmente esse tipo de desenvolvimento costuma estourar prazos
de uma forma excessiva, ocasionando transtornos para o cliente e para a Tubeamps.
Por
outro lado, customizações mais leves como designs de acabamento, modificações
tonais, inclusão de válvulas retificadoras, utilização de outros tipos de válvulas
de potência são bem-vindas, pois não pertencem a um escopo de experimentação
com desenvolvimento de novos layouts.
A
Tubeamps produz amplificadores de contrabaixo?
Embora
não esteja anunciado no site, a Tubeamps produz três modelos de amplificadores
valvulados para contrabaixo.
Abaixo segue uma cópia do texto padrão que normalmente
é entregue através de E-Mail a quem solicita essas informações. Para saber preços,
entre em contato conosco.
Para
contrabaixo contamos com duas opções:
1. SuperBass
Marshall. Circuito da era Plexi, voltado para contrabaixo com 4xEL34 e 130W
RMS.
Possui o mesmo preço que o cabeçote Superlead Plexi
2. SuperBass Tubeamps. O mesmo nome deve-se ao fato de ter sido lançado antes de lançar a réplica da Marshall. Trata-se de um circuito de preamp Giannini Bulldog Bass (derivado da linha Fender) com duas entradas independentes com chave de ultra low no canal A e bright no canal B. A etapa de potência configurável pelo usuário e pode ser:
2x6550
= 70W RMS
4x6550 = 130W RMS
4x6L6 = 100W RMS
4xEL34 = 130W RMS
6x6550
= 300W RMS
3. Ampeg SVT-CL.
Cópia do famoso amplificador de 300W
e 6 x 6550. Com seus 27Kg, este cabeçote é mais indicado para que precisa de
um timbre certeiro e generosidade em volume.
Conheça-o aqui
Observações.
Todos os
modelos no formato cabeçote.
Para os modelos de 100W ou menos, consulte a
opção combo 1x15.
Opções de acabamento como cores e tipos de revestimento
a critério do cliente.
A Tubeamps não fabrica caixas para contrabaixo.
Quero
uma cópia do Marshall tradicional, portanto vou encomendar um Mr800. Ele tem footswitch?
Essa
é uma das perguntas mais recebidas pela Tubeamps. E, exatamente por isso. a
resposta foi incluída aqui.
O
JCM800 não é o Marshall que fez a história do Rock'n'Roll. Ele é baseado no
modelo que teve tal virtude e esse modelo é o Plexi (SuperLead, em suas diversas
versões que, na verdade, não variam muito).
Outro aspecto é que nem
o Plexi nem o JCM800 possuem footswtich, pois são de consepção antiga. O JCM800,
por exemplo, não é um dois canais, mas um "duas entradas", onde uma
tem um estágio valvulado a mais do que a outra, determinando o ganho do amp.
Tem um circuito tão peculiar que nem mesmo uma chave AB/Box pode ser utilizada.
Já o Plexi é um dois canais, mas de canais semelhantes, com variação de
tonalidade apenas, não de ganho.
O Plexi vem de uma época em que era comum
as bandas utilizarem um único amplificador para duas guitarras ou pior, para
uma guitarra e um contrabaixo. Poor isso verá uma infinidade de amplificadores
antigos com dois canais bastante semelhantes.
Desta forma, não se deixe enganar:
O amplificador Marshall que fez a história do Rock'n'Roll foi o SuperLead (Plexi)
e não o JCM800 e o JCM800 não possui footswitch nem chave no painel para mudar
de canal.
De quebra, agora existe um modelo da Tubeamps que abarca
os dois circuitos, uma vez que grande parte deles é comum aos dois modelos,
o Thunder. O Thunder é um dois canais com um circuito Plexi e outro JCM800.
Tem
o canal bright do Plexi e o canal high gain do JCM800, tornando o amplificador
bastante atraente com sua versatilidade em varias timbres vintage no estilo
britânico.
Conheça-o
Thunder aqui.
50W
valvulados falam mais alto que 50W transistorizados.
Nunca
diga isso, pois Watt é Watt.
Embora comparar um amplificador valvulado de
50 Watts RMS, com um transistorizado também de 50 Watts RMS quase
sempre dê a vantagem ao valvulado, isso acontece por alguns motivos mais secundários
e consequentes dos apelos de marketing, como quase tudo de ruim que existe.
Desde
o advento da popularização dos sistemas de audio transistorizados que se iniciou
na segunda metade dos anos 70 (falando de Brasil), existe a preocupação dos
fabricantes em atribuir o maior número de watts possível aos seus amplificadores.
Daí surgiram padrões de medição de vários tipos, sempre visando apresentar a maior
quantidade possível de Watts. Esses padrões receberam siglas e nomes tais como
IHF "Potência de Pico", PMPO e outras.
Os amplificadores de guitarra
costumam ter descritas suas potências em Watts RMS, que é o correto. Só que,
lendo as especificações de um amplificador valvulado de 50 Watts RMS, veríamos:
"50 Watts RMS" e pronto. Como ele possui saídas de 4 ohms, de 8 ohms
e até de 16 ohms, subentende-se que cada caixa deverá ser ligada na saída apropriada
segundo sua impedância e a potência será sempre a mesma. Em termos práticos
isso é verdade, pois a potência varia ligeiramente entre cada saída, mas nada
que pudesse ser levado em conta em uma comparação auditiva.
Quando lemos
as especificações de um amplificador transistorizado de 50 Watts RMS, vemos:
"50 Watts RMS sobre 4 ohms". Isso significa que esse amplificador
libera 12,5 Watts sobre 16 ohms, 25 Watts sobre 8 ohms, 50 Watts sobre 4 ohms
e até liberaria 100 Watts sobre 2 ohms, caso o circuito suportasse tão baixa
impedância de carga sem danificar os transistores de saída.
Muito bem,
isso significa que, por tratar-se de um amplificador transistorizado, a potência
sobre uma carga de 8 ohms é exatamente a metade - ou seja - 25W RMS no nosso
exemplo.
Note que nos transistorizados não há como casar a impedância de
saída com a de carga, uma vez que não existe o tal transformador de saída, por
isso, quanto mais alta for a impedância de carga, mais baixa será a potência
fornecida ao sistema de alto-falantes. Como nem sempre é possível ter uma caixa
de 4 ohms à mão, o amplificador de 50 Watts irá fornecer 25 Watts nessa configuração
e perderia "feio" num eventual comparativo com o valvulado de mesma
faixa de potência.
Num segundo comparativo mais justo, ou seja, ligando-se
uma caixa de 4 ohms nesse mesmo amplificador de nosso exemplo, ele entregaria
os pretendidos 50 Watts RMS, mas mesmo assim daria a impressão de menor volume.
Por que isso?
Isso se deve à dificuldade inerente aos amplificadores
transistorizados de reproduzir graves sem intermodulação - sem "arriar"
a fonte. Fazer um amplificador transistorizado que responda de forma adequada
a toda a faixa do espectro audível na região de sua potência máxima acaba
custando caro, levando os fabricantes a "disfarçar" a potência real
do amplificador.
O resultado é exatamente esse: mais um mito, mais
uma lenda.
Por
que o kit 2061-X não possui a válvula retificadora EZ81?
O 2061-X é uma cópia exata do original Marshall e o original Marshall não
utiliza uma valvula retiticadora, mas diodos.
O modelo semelhante da Marshal
que utiliza a tal válvula retificadora EZ81 é o 18W. Now you know.
O que aconteceu com o MSN da Tubeamps?
A Tubeamps acabou por desativar o MSN que se destinafva à discussão sobre timbres e possibilidades de contruções e até à venda de amplificadores. O motivo para isso ter acontecido é símples: A quantidade de contatos adicionados havia ultrapassado o limite do manejável; tornava-se impossível o diálogo com tantas pessoas ao mesmo tempo. Contando com a compreensão de todos, pedimos a todos os interessados em trocar informações, que o façam atavés de E-Mail ou telefone.
A TubeAmps é uma fábrica, uma loja?
A TubeAmps ainda não é uma fábrica no sentido da palavra, muito menos uma loja. A Tubeamps é simplesmente a primeira e melhor "boutique" ou "butique" de amplificadores valvulados do Brasil. A tendência ainda é o estabelecimento de alguns modelos como padrões, de forma a ter uma linha de produção mais efetiva.
Qual o endereço da TubeAmps?
Estamos localizados em São Bernardo do Campo. Os interessados em agendar uma demonstração deverão entrar em contato através dos meios anunciados em contato.
Que garantia vocês fornecem?
Garantia total de um ano, com exceção às válvulas que não são comercializadas com garantia. Porém, nossos amps são completamente testados antes de serem entregues e válvulas costumam dar defeito logo "de cara", dificilmente apresentam defeitos depois de pouco tempo.
Seus amps são TOTALMENTE valvulados?
Sim. Ao contrário de muitos
amps que apresentam apenas uma válvula (12AX7) como efeito
overdrive, nossos amps são construídos totalmente
com válvulas, com exceção feita, em alguns
modelos, à fonte de alimentação que é
solid state (utiliza diodos). Mas, a parte retificadora não
faz parte do caminho do sinal da guitarra. Ampla informação técnica a respeito
das fontes de alimentação de valvulados estará disponível em breve nteste site
para os mais incrédulos.
Por
que meu Asset agora é Fullerton?
Para
evitar confusões óbvias pela denominação comum a dois modelos diferentes,
resolvemos batizar o Asset Reverb de Fullerton Reverb, deixando como Asset apenas
o modelo Asset DC (Dual Channel).
O Fullerton continua sendo o mesmo amplificador
com típico timbre Fender blackface, apenas o nome foi alterado.
Comprei
um Tubeamps usado. E agora, que modelo é realmente?
Devido
a alguns poucos fatos ocorridos recentemente, recomendamos sempre que consulte a Tubeamps
antes de fechar negócio em emplificadores usados de nossa fabricação.
Através
de uma foto do amp, do nome do vendedor e da localização é possível determinar,
na maioria das vezes, exatamente qual é o amplificador em questão.
A
recomendação é para eliminar algum tipo de frustração, pois muitos modelos são
vendidos com customizações que podem não corresponder à espectativa do novo
proprietário, tais como loops de efeito que são na verdade preamp in e preamp
out, chaves de potência que modificam a operação do amp entre fixed biased e
cathode biased, amplificadores fornecidos sem falantes porque o proprietário
tinha falantes que queria utilizar, circuitos modificados para uma tonalidade mais específica,
acabamento exótico,
etc e etc...
Se você é apreciador de distorção forte,
principalmente você, acautele-se ao adquirir um usado Asset DC ou Mr800. O Asset DC porque foi
fornecido, em sua imensa maioria, com o circuito JCM800 2205, com uma distorção
cremosa, fechada e vintage. O Mr800 porque é simplesmente uma cópia exata do
JCM800 e quem conhece as cópias ou o original sabe que é um amplificador ingrato para a maioria das amplicações em que não
seja necessário uma distorção clara e moderada, mais no estilo Hard Rock.
Outro
aspecto que é bastante comum de ocorrer é o cliente me trazer o amplificador
para uma drástica alteração de circuito (criar outro amp mesmo) e isso pode
fazer com que você se depare com um amplificador que não tem nada a ver com
o que está anunciado no site. Esse tipo de alteração aconteceu apenas no Asset
DC, onde o cliente muitas vezes pede para alterar o tipo de distorção aplicada.
Outra
recomendação: Observe o visual do amplificador que está pretendendo comprar.
Se não for do primeiro dono ou, principalmente se for em uma loja, certifique-se
de que aparenta ser um Tubeamps, dando um passeio pela nossa galeria, pois desde
o primeiro até o último, nossos amplificadores mantém uma certa consistência
no visual e um acabamento grotesco pode indicar uma falsificação que, por mais
incrível que possa parecer, eu já vi e confirmei uma no Mercado Livre.
E,
por fim, nunca se abstenha de experimentar o amplificador e constatar seu perfeito
funcionamento, antes de fechar negócio.
O caso mais notório foi o de um sujeito
que adquiriu um antigo F100 (precursor do Fullerton), justamente o primeiro,
produzido em 2001, que tinha sido roubado do dono original e estava completamente
adulterado em vávulas, alto-falantes e tecido ortofônico. Qualquer dia eu publico essa história na forma de resposta.
Gosto
de Heavy Metal. Posso utilizar um Mr800 ou Plexi para tocar esses estilos?
Poder
pode, mas terá de utilizar pedais para incrementar sobremaneira o nível vintage
da distorção desses amplificadores. Eu considero válido, principalmente por
não ser muito partidário de amps multicanais.
Ainda mais com a monopolização
do timbre moderno pelos apreciadores dos Mesa Boogie, onde até a distorção dos
Soldano lhes parecem fraca, recomendamos que pensem bem a respeito, copnsiderem
a aquisição de um Asset DC ou dos clones dos Mesa feitos pelos diversos concorrentes
que surgiram após a Tubeamps.
Sobre denominações de ruídos
Uma frase extremamente comum hoje em dia, mesmo em revistas especializadíssimas sobre guitarra, é: "Este amp apresentou muito chiado ao ser conectado em uma guitarra Strato". Vejamos antes, o significado da palavra chiado: "som agudo produzido pelo rodar dos carros; voz aguda de alguns animais; guincho; ruído agudo produzido pelo atrito de duas superfícies polidas.", segundo o dicionário e segundo o próprio som da palavra, que lembra a natureza desse tipo de som. Desta forma, a frase acima deveria ser: "Este amp apresentou muito zumbido (ou hum) ao ser conectado em uma guitarra Strato". Assim, temos duas classes distintas de rúidos que mais atordoaram aos técnicos e engenheiros ligados à área de som: chiado (hiss em inglês) e zumbido (hum em inglês). O exemplo mais típico de chiado é o ruído de fundo das fitas cassete mais baratas e o exemplo mais típico de hum é o ruído de plugue conectado ao amp e não conectado em mais nada. Assim, quando se referir a ruídos adote a terminologia correta para que erros não se propaguem e se transformem em costume.
Qual a diferença entre um amp híbrido e um totalmente valvulado?
Os amps híbridos utilizam em geral uma válvula saturada no pré-amplificador para gerar distorção. Os amps totalmente valvulados tem a distorção gerada nas válvulas de saída. A Distorção obtida pelos híbridos, segundo a nossa percepção, não tem nada de diferente com as distorções solid-state. É uma distorção conhecida como serra elétrica ou zumbido de inseto. É um som para atrair insetos. A distorção das válvulas de potência é aquela distorção sutil, com timbres pesados, conhecida como roar, trovoada, etc. Pegue qualquer amplificador solid-state e ligue o ganho (gain control) no máximo, se não tiver esse controle, utilize um distorcedor qualquer. Toque todas as cordas, um simples acorde em Mi e antes de as cordas pararem de oscilar sole qualquer coisa nas primeiras cordas e tente ouvir essas notas: estarão moduladas em amplitude pelas mais graves e o resultado será um som sujo, ininteligível e desagradável. Agora pegue um amp totalmente valvulado, deixe o ganho em uma posição central e abra o volume master. Faça com a guitarra o mesmo que você fez com solid-state e sinta a diferença: TODAS as notas poderão ser ouvidas, cada nota soa enriquecida por harmônicos pares. É outra coisa. Um amp híbrido ao contrário, com pré-amplificador solid-state e amplificador de potência valvulado, soa muito mais como um inteiramente valvulado, neste caso, deveriamos utilizar o pré com som limpo, senão a distorção solid-state apareceria.
Que alto-falantes vocês utilizam?
A Tubeamps a partir de Agosto de 2005 estará entregando TODOS os amplificadores com alto-falantes Eminence. Linha Legend. Consulte cada modelo para saber qual o alto-falante que o acompanha. Na linha JCM e Super Lead será possível, também, utilizar a linha Red Coat ou Patriot.
Quais são as formas de pagamento?
Você pagará 50% do valor na encomenda e os restantes 50% na ocasião da entrega. Para obter financiamento, recomendamos que você o solicite no banco em que possui conta corrente. É uma quantia fácilmente liberada para correntistas. Infelizmente, não temos como intermediar esses financiamentos.
Como enviar sugestões à TubeAmps?
Simplesmente envie um E-Mail para
info@tubeamps.com.br
Seus amps são novos?
Sim, claro. Não entra um único ítem usado em nossos amps.
Vocês pretendem fabricar amps pequenos?
O Midnight é um amp pequeno que já está em plena produção. Conheça-o em http://www.tubeamps.com.br/midnight.htm .
Vocês pretendem fabricar um modelo exclusivo para gaita?
Não. Consideramos que já existem modelos demais no mercado mundial e, mesmo no Brasil, já estão sendo produzidos. Isso garante uma oferta bastante abrangente sobre a procura. Nosso pequeno amp, servirá para esse instrumento sem demasiadas alterações e com algumas vantagens sobre modelos largamente utilizados, assim como o Fender Blues Jr. De qualquer forma, alguns gaitistas apreciam o timbre da gaita através de um Bassman ou um Champ. Nossos respectivos são os Tubeamps Bassman e Tubeamps Midnight que, com toda a certeza, irão agradar ao mais exigente dos gaitistas.
Vocês pretendem fabricar outros modelos além da Fender e Marshall?
Por enquanto estamos satisfeitos
com essa linha principal. Mas ainda dispomos da opção de amp customizado.
Entre
em contato conosco caso esteja interessado.
Vocês consertam amps?
Sim, porém reservamo-nos o direito de recusar alguns amps para conserto. Isso se deve ao fato de que só aceitamos executar serviços de manutenção ou restauração em amps valvulados.
Vocês vendem peças?
Sim. Mas
recentemente restringimos a venda de componentes aos mais importantes, deixando
a miscelânea a cargo das diversas lojas existentes. Assim ainda comercializamos
vVálvulas, transformadores,
potenciômetros (mínimo de 6) e capacitores Tesla.
Caso haja interesse, entre
em contato conosco através de E-Mail ou telefone.
Como vocês entregam para localidades mais distantes?
Por transportadora (TAM Express ou VarigLog). Será entregue em sua casa, seja onde for. Não utilizamos SEDEX.
O que é um combo? O que é um head?
Bem, esta pergunta está aqui porque, realmente, essas denominações são motivo de freqüentes dúvidas. Um combo era conhecido no Brasil como "cubo". É um amp que possuem no mesmo gabinete o amplificador e os alto-falantes. Ou seja, é uma caixa acústica com um chassis de amplificador dentro. Já, um head, não possui os alto-falantes no mesmo gabinete e, por isso, são mais baixos e mais baratos: eles deverão ser ligados a uma caixa externa. Quer exemplos? O Fender Twin Reverb é um combo. O Marshall JCM800 é um head e o conjunto com as caixas chama-se stack. Obs.: existe um modelo JCM800 combo, mas não é muito conhecido no Brasil.
Por que vocês não fazem o JCM900 e os ValveState?
Só construímos amps INTEIRAMENTE valvulados. Os JCM900 apresentam muitos CIs e válvulas, a fim de obter a maior distorção possível (Som muito sujo). Os valvestate apresentam uma única válvula apenas no pre-amp, o power é solid-state. Por isso esses amps tem os preços tão baixos. Válvulas e trafos são caríssimos. Nós reproduzimos a linha JCM800 da Marshall e a linha Twin da Fender. Consideramos a linha Fender, como o que há de melhor e a linha JCM800 da Marshall uma verdadeira obra-prima do timbre distorcido.
Seus amps possuem FX Loop e FootSwitch para distorção?
Alguns modelos SIM. Um FX Loop com controles de nível de send e return. Esse FX Loop é solid-state. É isso mesmo, não se assuste, isso não vai interferir no timbre, uma vez que TODOS os efeitos utilizados são solid-state (mesmo os tube-overdrives com uma 12AX7 possuem circuitos integrados nas entradas e saída) utilizar controles solid-state no FX Loop será, no mínimo, de bom senso. Quando o FX Loop não estiver sendo utilizado, o caminho do sinal da guitarra será puramente valvulado: o FX Loop ficará completamente fora do circuito. A partir de 11/06/2004, o FX Loop passou a ser um ítem opcional do cliente.
Quantas entradas seus amps possuem?
Esse tipo de detalhe varia com o modelo. Verifique em modelos os modelos disponíveis e veja todas suas características.
Seus amps possuem reverb?
Alguns modelos SIM. A nossa
linha Fullerton e Asset e algumas versões do Midnight possuem reverb de molas
com driver e recover valvulados ou solid state, dependendo do modelo.
O
que é o reverb analógico da Tubeamps?
Atenção!
Apesar
de todos os incovenientes dos reverb de molas (spring reverb), a Tubeamps está
adotando a partir de julho de 2006 essa modalidade antiga de reverberação para atender a demanda de mercado
e por entender que o efeito é mais natural que os circuitos eletrônicos destinados
a esse fim.
No texto abaixo (ainda
mantido, em côr violeta) explico algumas desvantagens do spring reverb frente a modalidades
mais modernas de obtenção de reverb. Cabe, também, ressaltar que o problema
típico de timbre sem graves do Twin Reverb não existe no Fullerton ou no Asset, graças a esquematização mais lógica.
TEXTO
ANTIGO SOBRE O REVERB ANALÓGICO TUBEAMPS
O reverb
analógico da Tubeamps é um circuito desenvolvido pela própria Tubeamps que se
utiliza dos integrados BBD (Bucket Brigade Device) para a geração de atraso
em sinais analógicos na faixa de audio. Já li diversas críticas a respeito
de meu reverb dizendo que se trata de digital delay. Trata-se, óbviamente, de
comentários tecidos por quem nada entende do assunto. E aqui explicarei um pouco
do porque dessa utilização.
Uma vez que
o sinal reverberado é fraco e modificado, o fato de se utilizar um circuito
com recursos mais modernos para obtê-lo mais forte e não tão modificado me parece
extremamente válido, uma vez que ele será apenas mixado ao sinal original da
guitarra em suaves quantidades que não modificam o sinal original, exceto pelo
efeito de ambiência obtido. Além disso, o reverb analógico é imune a choques
mecãnicos no amp e ainda conta com regulagem (interna) do tempo de atraso, permitindo
que se varie entre um reverb curtíssimo até um eco rápido e suave. Aqui
na Tubeamps os reverbers sempre são regulados para atuarem com o mesmo tempo
de atraso das unidades longas de molas.
Para os mais radicais
e conservadores, dou a boa notícia de que, sob pequeno acréscimo, o reverb poderá ser de molas pois a
Tubeamps pretende deixar a todos seus clientes satisfeitos, independetemente
de opiniões.
O reverb analógico é interessante e fornece efeito de reverb,
porém não é tão realista quanto o de molas e essa á a única desvantagem desse
tipo de circuito que, inclusive, pode ser utilizado em combos a todo volume,
sem o inconveniente da oscilações da unidade de reverb pela vibração dos falantes.
O modelo mais famoso mundialmente que utiliza
reverb de molas é o Fender Twin Reverb. Mas esse amplificador possui dois canais
independentes: um normal (tonalidade pura) e outro com efeitos de reverb e trêmolo
(erroneamente chamado de vibrato). O que acontece é que para poder utilizar-se
o reverb de molas num circuito desses é necessário reduzir drásticamente o sinal
original, antes do reverb, para reamplificá-lo logo depois em conjunto com o
fraco sinal fornecido pela unidade de reverb. Nessa redução de sinal, perde-se
muito das baixas freqüencias, o que deixa o timbre estalado demais, sem impacto.
Na verdade, o sinal reverberado é tão fraco e modificado com ressonâncias pelos
transdutores e pelas molas que quase não pode ser utilizado para fornecer o
esperado efeito de reverberação que imitaria grandes ambientes. Esse problema
foi completamente resolvido no Fullerton e no Asset, onde temos o canal com timbre gordo
e definido, acrescido de um reverb de molas, graças a um grande estudo e muita
experimentação.
Seus amps são feitos com a tecnologia "Point to Point Wired" ?
Clique aqui
e veja nossa página sobre esse assunto.
Clique aqui
e veja como são feitos nossos amplificadores.
Alguns modelos como o Bassman, o
Plexi e o Fullerton combo tweed são montados exclusivamente em PTP.
O que é ajuste de BIAS?
Bias em inglês quer dizer
polarização. Vamos utilizar sempre o termo em inglês,
por uma questão de aceitação global. É
algo bastante complexo para ser discutido aqui, mas tentaremos explicar. Uma
válvula deve trabalhar numa região linear própria dela. Isto quer dizer que
a forma de onda que é amplificada deve ter seu formato o mais fiel possível
à forma de onda original (guitarra, no nosso caso). Para que isso aconteça uma
tensão deve ser aplicada à grade da válvula de forma que esta tensão seja negativa
em relação ao catodo. Essa tensão faz com que se desloque a forma de onde para
cima e para baixo de maneira que, com determinado valor, ela ficará numa região
onde tanto a parte de cima da forma de onda quanto a parte de baixo, ficarão
dentro da faixa de atuação da válvula. Isso garante que não haverá distorção
por achatamento em baixos volumes e mais: garante o sinal amplificado da guitarra poderá ser ouvido
nos alto-falantes. Essa tensão de controle acaba interferindo na corrente da
placa da válvula e este valor não pode exceder certos limites, sob pena de "queimá-la".
Esse ajuste deve ser efetuado com osciloscópio e algumas regras devem ser respeitadas
para que a corrente de placa não exceda o valor de segurança estabelecido pelo
modelo da válvula. Na Tubeamps, assim como na maioria das fábricas de amplificadores
valvulados, a corrente de placa é fixada em 60% do valor máximo admitido pela
válvula, existindo uma tolerância bastante segura e, portanto, esse ajuste não
é tão crítico quanto apregoam alguns técnicos. Na verdade só precisa ser efetuado quando
se troca o tipo de válvula. Quando se troca as válvulas sempre
pelo mesmo modelo indicado pelo fabricante esse ajuste é, empíricamente, desnecessário.
Se você trocar as válvulas de potência de seu amplificador e uma ou mais delas
avermelhar demais, não existe ajuste de bias que dê resultado sem tirar o amplificador
da faixa linear: ela ou elas estão com defeito e deverão ser trocadas.
O que são matched pairs? A TubeAmps utiliza isso?
Este assunto é bastante polêmico. Nos EUA e Europa, os vendedores de válvulas adoram vender os matched pairs com preços mais altos que pares not matcheds. Na realidade o par casado de válvulas é uma prática bastante antiga criada pela indústria para vender mais válvulas ainda e a prática se tornou comum entre os audiófilos, a comunidade Hi-Fi. Eles (com toda a razão) não admitem nenhum tipo de distorção em relação ao som original que foi gravado. Não existem duas válvulas absolutamente idênticas. É verdade que nos transistores chega-se mais perto da igualdade física, mas as válvulas são elementos eletrônicos construídas com sistemas mecânicos. A grade, a placa e o filamento são de metais com algumas diferenças entre si e com coberturas especiais. O bulbo é de vidro e dentro deve-se produzir um vácuo que nunca é absoluto nem mesmo constante de uma unidade para outra. Com base nessas informações, percebe-se que é quase impossível repetir TODOS os parâmetros de uma válvula. Mas o que se consegue é razoavelmente satisfatório e obtém-se características que são relativamente comuns a todas as válvulas de um mesmo modelo. A principal característica (pelo menos a que nos interessa no caso dos amplificadores) é a corrente do cátodo. Quanto mais diferentes elas forem entre os pares opostos de válvulas de saída, mais distorção encontraremos. O que acontece é que essa distorção pode até ser altamente indesejada pelos puristas de áudio, mas seria absurdo evitá-la em amplificadores para guitarra ou baixo que, por si só, já apresentam som distorcido e com características não lineares, uma vez que essas distorções estão em nível mais baixo do que poderia ser perceptível ou desagradável. Os amps TubeAmps não necessitam desses pares casados, mas também podem utilizá-los. É uma decisão do músico que se desejar um som mais limpo, deverá optar por esses pares, sempre mais caros.
Caso tenha alguma dúvida que não conste neste FAQ, não se acanhe!
Ligue ou escreva para a TubeAmps: info@tubeamps.com.br
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